quarta-feira, 18 de abril de 2012

Tarifa-rifa-rifa...

Se fossemos questionar a lógica dos impostos brasileiros teríamos que reservar um bom tempo pra esse raciocínio, mas pra não me perder no pensamento eu resumo um pouco.
Bom, mesmo sendo controversa a ideia de taxar o desenvolvimento, vamos lá... quando a pessoa produz uma matéria-prima ela paga imposto, se ela pagar pra alguém fazer por ela, soma-se o imposto pra ter um empregado; se alguém comprar a matéria-prima vai pagar imposto, se usar a matéria-prima pra produzir algo, vai pagar mais imposto e se ela pagar pra alguém fazer por ela, soma-se o imposto pra ter um empregado; se for uma peça que faz parte de um conjunto que será montado por um terceiro, isso pode se repetir mais uma vez, ou quantas forem necessárias até chegar no comércio, onde ganhará mais um imposto antes de chegar nas nossas mãos.
Pink Floyd não é tão psicodélico quanto esse raciocínio dos impostos. Se a gente não considerar o imposto que incide sobre cada transporte que o produto sofre (combustível, taxa alfandegária, etc.) percebemos que pagamos duas ou três vezes esses três ou quatro impostos que são acrescentados ao custo dos produtos. Mas esse é o custo de andar com um tanque, se o Estado Brasileiro fosse um "popular" a gente pagaria bem menos impostos.
Com 513 Deputados Federais, 81 Senadores e 13 Ministros, só poder público federal no DF custa R$16.206.900,00 por mês, sem considerar seus custos adicionais que são maiores que isso. Se pudéssemos malhar esse corpinho e deixa-lo mais barato, poderíamos pensar em diminuir a carga tributária que sai do nosso bolso. A ideia nem é diminuir impostos, mas sim, receber melhores serviços em troca. O problema é que essa "retaxação" parece um tanto imoral, indigna, abusiva, etc. Se parar pra pensar a gente enjoa!

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