[outra característica única do palavrão (s.m.) é que ele é uma palavra (s.f.), portanto, hibrido(a)]
Como não tenho formação em Letras com especialização em Português Forence, vou parar de esmiuçar a parte gráfica e formal pra entrar no meu terreno, de onde acumulo dois PhD: o uso do palavrão como ferramenta de comunicação social.
No comportamento de uma pessoa fica aparente que ela usa um grande número de palavrões. Palavras "feias" dão liberdade de expressão, e quem as usa tem mais facilidade em interagir, quando estão falando formalmente pode-se perceber o uso dos palavrões pois acabam existindo muitas lacunas na fala. O uso do palavrão também serve como identidade, conhecemos algumas pessoas pelo calão do seu vocabulário.
E se fizermos um paralelo entre fala e escrita iremos notar que quando estamos conversando podemos deixar palavras em negrito, pra isso basta falar mais alto. Pra deixar as palavras em itálico a gente deve falar pausadamente. Agora, pra sublinhar alguma coisa, a única maneira é utilizar um palavrão associado.Exemplo:
1) Escrevendo - "Fui no Zaffari e, ao contrário dos abobados, não peguei fila nenhuma, foi rápido."
2) Conversando - "Fui no ZAFFARI (falando em um tom mais alto) e, ao contrário dos abobados, não peguei fila ne-nhu-ma (falando pausadamente), foi rápido PRA CARÁÁÁLHO (neste momento pode-se usar os outros dois modos associados)."
Ser certinho e falar corretamente não vai te dar mais cultura ou te mandar pro céu, ser puritano e se intimidar com o vocabulário sujo dos outros só vai te deixar com cabelos brancos e deixar com imagem de bocó. Hoje em dia até as velhinhas tão mandando uns "áicifudê" por aí, eu que não vou contrariar...
Ser certinho e falar corretamente não vai te dar mais cultura ou te mandar pro céu, ser puritano e se intimidar com o vocabulário sujo dos outros só vai te deixar com cabelos brancos e deixar com imagem de bocó. Hoje em dia até as velhinhas tão mandando uns "áicifudê" por aí, eu que não vou contrariar...
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